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3 de Março Internação compulsória será debatida no DF

Internação compulsória para dependentes de drogas será debatida no Distrito Federal   

R7
Câmara Legislativa e OAB vão realizar audiências públicas sobre o tema

A CLDF (Câmara Legislativa do Distrito Federal) e a OAB-DF (Ordem dos Advogados do Brasil) vão debater a internação compulsória para dependentes químicos no Distrito Federal em audiências públicas. O assunto foi eleito como uma das prioridades durante reunião entre o presidente da CLDF, deputado Wasny de Roure (PT), e o presidente da OAB-DF, Ibaneis Rocha, na manhã desta quinta-feira (28), na sede da Ordem. 

Para Wasny, a internação compulsória é um tema caro à sociedade. 

— O uso de drogas como o crack é uma situação mais próxima da gente do que imaginamos. 

Para enriquecer o debate sobre a internação compulsória, o presidente da OAB-DF sugeriu que sejam convidados para a audiência especialistas da UnB (Universidade de Brasília) e representantes dos governos do Rio de Janeiro e São Paulo, estados onde a política está em implementação. 

Os dirigentes concordaram ser preciso construir uma agenda comum para os dois órgãos e se comprometeram a formar uma comissão para definir os dez itens prioritários a serem debatidos. 

Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)


 
26 de Fevereiro Pé de maconha de três metros

Pé de maconha de três metros é apreendido em casa de médica no sul de Minas Gerais


A Polícia Civil mineira apreendeu um pé de maconha com aproximadamente três metros de altura na casa de uma médica que reside na cidade de Pedralva (457 km de Belo Horizonte).


De acordo com o investigador Claudinei de Oliveira, a polícia recebeu uma denúncia anônima sobre a existência da planta na casa da mulher, que não teve o nome revelado, e, em seguida, obteve uma amostra de folha do pé. A polícia não informou como conseguiu a amostra.


Na quarta-feira (20), os policiais foram até a casa dela e fizeram a apreensão da planta, que foi levada para a delegacia da cidade, juntamente com a médica, que teria alegado ser apenas usuária da droga.


"Ela atendeu a gente de maneira cordial, colaborou o tempo todo. Ela afirmou que era usuária e teria jogado uma ‘btuca’(cigarro) no quintal, e o pé nasceu depois disso. Ela afirmou que tinha ciência do fato, mas deixou (o pé) crescer", disse o policial civil.


O investigador disse que foram encontrados cigarros de maconha na casa, além de um aparelho para moer as folhas e sementes da planta. De acordo com a polícia, a médica trabalha em unidade de saúde da cidade. Ela foi ouvida e liberada, sendo que um inquérito foi instaurado para investigar o caso.


Fonte: Site Antidrogas


 
21 de Fevereiro Filme indicado ao Oscar aborda alcoolismo

Indicado em duas categorias para o Oscar 2013, o filme “O Voo” aborda importantes questões sobre a dependência de drogas e o alcoolismo.


O longa metragem traz a história do piloto Whip Whitaker (Denzel Washington), dependente do álcool e viciado em cocaína que, durante um voo de rotina, é obrigado a fazer um pouso de emergência após uma pane na aeronave.  Apesar de ser considerado um herói por todos, por conseguir salvar grande parte da tripulação, durante as investigações o piloto é submetido a exames de sangue onde confirmam a presença de álcool.


Apesar de a empresa conseguir maneiras de burlar os resultados que comprovariam o teor de álcool no sangue do piloto, Whitaker passa a questionar suas ações e admitir que sofre de alcoolismo.


Durante a história, surge Nicole, uma drogada com dívidas que busca ajuda no Alcoólicos Anônimos (AA)  e entra na vida de Whitaker. O piloto logo oferece sua casa para que ela não tenha mais que pagar aluguel, o que acaba mexendo com os sentimentos do protagonista. Além de tentar a autoajuda, Nicole também busca auxiliar Whitaker a dar um fim nos seus problemas com o álcool.


O filme está em cartaz nos cinemas.


Fonte: Informativo Alcoolismo


 
19 de Fevereiro Incentivo a ¨bebedeira

Acadêmicos do sertanejo estudam incentivo a ¨bebedeira¨em hits atuais.


Em 2012, o sertanejo universitário virou tema de trabalhos acadêmicos em áreas distintas como Letras, Psiquiatria e Artes. Dois destes estudos abordam a relação entre as letras do gênero musical e o consumo de álcool no Brasil, sob diferentes prismas: o do mestrado de Mariana Lioto, 25 anos, em Letras na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) e o da especialização em Dependência Química de Francismari Barbin, 37, na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).


As pesquisadoras levaram a sério versos como “Tudo que eu quero ouvir: eu te amo e open bar”, de Michel Teló, e “É meu defeito, eu bebo mesmo”, de Fernando e Sorocaba. O trabalho de Mariana catalogou 243 letras de sertanejos que citam bebidas. Apesar de o trabalho abordar mais hits atuais, os campeões de citações provam que o tema é recorrente na história do gênero: os veteranos João Carreiro & Capataz, com 19 letras sobre “bebedeira”, e os novos astros João Neto & Frederico, com 17.


De 48 artistas famosos do gênero sertanejo estudados por Mariana, apenas sete não possuíam nenhuma música abordando a temática, e 85% das duplas abordam o assunto em pelo menos uma canção.

Há outros estudos recentes sobre sertanejo, mas não o bastante, segundo elas. “Encontrei referências sobre a música sertaneja até a década de 80, mas o sertanejo universitário ainda é um fenômeno a ser estudado”, diz Mariana Lioto em entrevista ao G1, que escreveu a dissertação “Felicidade engarrafada: Bebidas alcoólicas nas músicas sertanejas” (conheça o trabalho). Já para encontrar exemplos de letras de sertanejos sobre “bebedeira”, ela não teve dificuldade.



É meu defeito, eu bebo mesmo
Beijo mesmo, pego mesmo
E no outro dia nem me lembro.
É tenso demais!”

Trecho de ‘É tenso’, de Fernando & Sorocaba


“Acho que fui escolhida pelo tema”, diz a paranaense Mariana. “Em minha região a música sertaneja é muito forte, principalmente entre os mais jovens. Por ter problemas de alcoolismo na minha família, me incomodava o fato de a versão sobre o consumo de bebidas alcoólicas apresentado pelas músicas ser muito diferente da realidade que eu vivi desde a infância”.


“Acredito que existe um embate de discursos. De um lado temos a esfera médica e religiosa dizendo que beber causa dependência, gera doenças, etc. É um discurso chato, difícil de conquistar adesão. De outro lado temos a música falando que beber te dá amigos, mulheres, sexo, acaba com todos problemas”, diz.


A tese do trabalho de Mariana é de que a música sertaneja não só reflete um comportamento já existente, mas ajuda a “naturalizar” e incentiva o hábito de beber, fazendo associações positivas com mulheres, festas, fuga do trabalho, e escondendo os efeitos negativos.


“Interessante perceber que em outros gêneros – no rap, por exemplo – é fácil encontrar músicas que criticam o consumo abusivo”, nota Mariana.


Fonte: Informativo alcoolismo


 
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