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16 de Fevereiro Remédio para ´enganar` o bafômetro

Remédio usado para ´enganar` o bafômetro é vendido sem receita  Notícias sobre drogas e alcool - Site Antidrogas 

R7
No entanto, especialistas garantem que o metadoxil não anula o efeito do álcool no sangue e pode causar taquicardia, mal-estar e até convulsão

Com a Lei Seca mais rígida, jovens buscam alternativas irresponsáveis para “enganar” o bafômetro sem se preocuparem com os riscos à saúde. Uma delas é o uso de um remédio tarja vermelha — o que indica ausência de risco de morte — chamado metadoxil. Apesar de ser controlado, a reportagem do R7 visitou seis farmácias na região da zona oeste de São Paulo e constatou que o remédio é vendido sem receita médica.

Questionado sobre a necessidade de prescrição, o balconista de uma drogaria no bairro de Perdizes foi enfático:

— Para esse medicamento? Não precisa.

Além da venda livre, a reportagem também descobriu que o metadoxil está com o estoque baixo — em quatro farmácias o medicamento não foi encontrado. A atendente de uma grande rede de drogarias afirmou:

— Estamos vendendo bastante e só tenho uma caixa. Vai levar?

A denúncia do uso inadequado da droga pode ser vista em um vídeo postado no YouTube pelo grupo de humor alternativo La Fênix. Apesar de não sabermos se a cena é real, três jovens bebem vodca e um deles, exatamente o que tomou o metadoxil, consegue driblar o bafômetro.

Indicado para o tratamento de alcoolismo e alterações hepáticas, o remédio, segundo a bula, acelera o metabolismo do álcool, o que na cabeça dos jovens deveria mascarar o nível da substância no sangue. Mas, a hepatologista dra. Edna Strauss, da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH), alerta para os perigos.

— Isso é uma loucura e as pessoas estão sendo enganadas. O medicamento é eficaz no tratamento de quadros clínicos específicos e não para deixar o motorista sóbrio.

A médica acrescenta que, “por ser uma droga relativamente nova, seus efeitos em longo prazo ainda são desconhecidos”. Mas, ela cita taquicardia, sensação de mal-estar e até convulsão como possíveis consequências da administração do comprimido sem orientação médica.

Indignado, o psiquiatra dr. Ronaldo Laranjeiras, professor titular da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e coordenador do Instituto Nacional de Políticas de Álcool e Drogas, critica quem acredita nessa “promessa”.

— É muita ingenuidade acreditar que um remédio possa anular o efeito do álcool. Isso é perigoso. Há poucas evidências científicas a favor do metadoxil que, aliás, nem é aprovado pelo FDA.

Em nota, o laboratório Baldacci S.A., que comercializa o remédio, desaconselha a automedicação e ressalta que “o uso do metadoxil não protege o motorista que ingeriu bebida alcoólica da condição de infrator e também não impede a detecção do uso de álcool pelo bafômetro”
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas) 


 
14 de Fevereiro Multa de R$ 400

Jogar cigarro na rua terá multa de R$ 400 em Curitiba   

Diário do Estado
É lei: quem for flagrado jogando bitucas de cigarro nas ruas de Curitiba pode ser multado. No entanto, os cidadão não vão encontrar lixeiras específicas e que garantam destinação correta ao material. Isso porque a Câmara Municipal manteve, nesta terça-feira (5), o veto que o ex-prefeito Luciano Ducci (PSB) impôs no fim gestão passada ao artigo que determinava que os fabricantes e distribuidores da indústria do tabaco se encarregassem da coleta e encaminhamento à reciclagem – a chamada logística reversa – dos resíduos.

Segundo a autora do projeto inicial, a vereadora Noêmia Rocha (PMDB), o veto desfigurou a iniciativa, já que o principal ponto da lei era a instalação das lixeiras e que o produtor – indústria e distribuidores – se responsabilizasse pelo recolhimento do produto. Para a vereadora, da maneira como ficou, apenas o cidadão foi penalizado.

“A lei ficou inócua. Não favorece o cidadão e não obriga os fabricantes – que lucram com a venda dos cigarros – a fazer a logística reversa”, lamentou a vereadora.

Com as lixeiras específicas, os fumantes teriam um recipiente adequado para se desfazer das bitucas. Mais que isso, seria possível dar destinação correta aos resíduos dos cigarros, encaminhando-os à reciclagem. Um levantamento da vereadora aponta que 1,5 tonelada de bitucas por dia é jogada nas ruas de Curitiba. “As empresasde celulares são obrigadas a coletarem as baterias. Com as bitucas, a nossa ideia era a mesma”, disse Noêmia.

A propositura aprovada prevê que as pessoas que sejam pegas atirando bitucas no chão sejam sancionadas de acordo com a lei 11.095/04, que afixa multa de R$ 400 ao infrator. Apesar disso, não há mecanismos de fiscalização definidos. Também não se sabe se algum cidadão já foi multado por ter jogado pontas de cigarro no chão.

Votação

O veto ao artigo que determinava que a indústria do tabaco instalasse as lixeiras e destinasse as bitucas à reciclagem foi mantido em votação apertada: 19 vereadores votaram pela derrubada do veto, enquanto 18 decidiram pela manutenção. Para que o veto fosse retirado, seriam necessários a maioria dos votos mais um.

Noêmia lamentou que por um voto não tenha conseguido manter o projeto inicial. “Eu fiquei literalmente decepcionada, porque a Casa tinha entendido a nossa posição, mas alguns colegas cederam a pressões”, disse.

A lei foi publicada – com o veto – em novembro do ano passado e passa a vigorar no fim de fevereiro, quando completam-se os 90 dias.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)


 
10 de Fevereiro Refúgio voluntário

Usuário de crack em SP terá vaga em refúgio voluntário   

Exame
300 vagas foram criadas no novo modelo de atendimento em convênio com 18 instituições 

Duas semanas após a entrada em funcionamento de um plantão judiciário na cracolândia, centro de São Paulo, o governo do Estado decidiu mudar a forma como é feito o atendimento no Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod). A grande procura de famílias de dependentes químicos pela unidade também motivou a criação de 300 vagas de acolhimento social, uma espécie de refúgio voluntário para usuários de drogas.

O novo modelo de atendimento deve começar a funcionar oficialmente na segunda-feira. Uma tenda branca foi montada ao lado do prédio do Cratod, na Rua Prates, Luz, região central. No chamado anexo social, funcionários das áreas de Saúde, Assistência Social e Justiça farão uma triagem dos casos que chegam à unidade. Na semana retrasada, algumas pessoas relataram que tiveram de esperar cinco horas para serem atendidas.

"Nessa triagem, saberemos se é um caso de internação clínica, de internação determinada pela Justiça ou de atendimento social. As pessoas terão uma solução mais rápida para seu problema", afirma o secretário estadual de Desenvolvimento Social, Rodrigo Garcia. A partir dessa primeira avaliação, o dependente químico ou seu parente será encaminhado para outras etapas do atendimento. Atualmente, quem chega ao Cratod é avaliado por assistentes sociais e médicos da unidade.

Uma das críticas ao modelo atual é que nem sempre quem quer ser internado é enviado para uma clínica. A internação é indicada por psiquiatras como último recurso no tratamento do usuário de drogas. Muitas vezes, o médico avalia que o dependente químico pode passar por um tratamento clínico, comparecendo diariamente a uma unidade de saúde. Essa foi a solução oferecida, por exemplo, ao ajudante geral Bruno Alves Franklin, de 24 anos, em 22 de janeiro.

Refúgio

"Já tentei fazer esse tipo de tratamento. Não funciona. Tenho de ficar trancado em algum lugar. Se voltar para casa, vou acabar usando droga de novo. Sei que tenho de ser forte e dizer não, mas é só sair na rua que alguém me oferece crack", diz Franklin. Um caso como o dele poderia ser atendido por comunidades de acolhimento social, segundo Garcia.

O Estado assinou convênio com 18 dessas instituições, que oferecerão 300 vagas na Grande São Paulo, no litoral e no interior. Embora esteja afastado do local onde vive ou consome drogas, o dependente químico não receberá medicamentos ou terá uma rotina de internação no acolhimento social. Além disso, a Secretaria de Assistência Social se compromete a procurar a família do viciado e a pagar seu transporte até a instituição.

Ao final do período na comunidade, o usuário de drogas poderá entrar nos programas de frentes de trabalho e cursos profissionalizantes do governo do Estado. Se não tiver família, entrará em um plano de moradia assistida.

A Secretaria de Desenvolvimento Social busca outras parcerias para tentar retirar usuários de drogas das ruas da cracolândia por vontade própria. Voluntários da Cristolândia, mantida por missionários evangélicos, estão sendo procurados para um convênio. Em 3 de dezembro, uma parceria semelhante foi assinada com a Missão Belém, ligada à Igreja Católica. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)


 
8 de Fevereiro Pesquisas em DST, aids e hepatites virais

Saúde abre seleção de R$ 4 milhões para pesquisas em DST, aids e hepatites virais   

O Ministério da Saúde lança nesta sexta-feira (11) seleção para pesquisas em DST, aids e hepatites virais. O edital contempla 23 linhas de pesquisa. Um dos temas que poderá ser estudado é a aceitabilidade e a efetividade de novas tecnologias de prevenção ao HIV, como profilaxia pré-exposição sexual, circuncisão, tratamento como prevenção e microbicidas. Outro exemplo de pesquisa a ser abordada é sobre a ocorrência de casos de hepatite D fora da Amazônia Ocidental.

Ao todo, serão investidos R$ 4 milhões no financiamento desses estudos, que englobam questões relacionadas à aids, outras doenças sexualmente transmissíveis (DST) e hepatites virais. As inscrições estão abertas e o edital completo pode ser acessado no site www.aids.gov.br/edital/2013/52745.

Os projetos devem se alinhar a três grandes temas propostos: 1) prevenção e epidemiologia; 2) diagnóstico e desenvolvimento tecnológico; 3) gestão e avaliação de políticas públicas de saúde. A maior parte dos recursos – R$ 2 milhões – se destina a pesquisas voltadas para prevenção e epidemiologia.

Na prática, os estudos precisam conter aspectos como análises das condições de vida e de saúde de pessoas vivendo com esses agravos e definição de novas estratégias de testagem. A abrangência do levantamento incluirá também a integração dos instrumentos de planejamento e gestão regionais.

Entre as populações-alvo dos estudos estão profissionais do sexo, homens que fazem sexo com homens, travestis e transgêneros. O investimento em pesquisas tem como foco, ainda, pessoas privadas de liberdade e população de rua. “É fundamental conhecer as metodologias de intervenções locais bem-sucedidas, principalmente com foco em populações em situação de maior vulnerabilidade”, avalia o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco. Segundo ele, o incentivo à pesquisa contribui para o aprimoramento da política brasileira de aids e hepatites virais, e para a implementação de políticas públicas de saúde.

Podem participar da seleção instituições de ensino superior, institutos e centros de pesquisa e desenvolvimento, públicos ou privados, sem fins lucrativos. Empresas públicas, organizações não governamentais e serviços de saúde que desenvolvam atividades de pesquisa também estão aptos a concorrer ao financiamento. A data limite de recebimento no protocolo do Departamento é 11 de março de 2013. O resultado final da seleção deve ser divulgado no dia 28 de março, por meio do site http://www.aids.gov.br 
Autor:
Fonte: SENAD


 
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